O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ESCLARECIMENTO SOBRE A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS AOS FAMILIARES DO POTENCIAL DOADOR: REVISÃO
Resumo
Diante da inexistência de outros métodos de tratamento que possam manter o funcionamento seguro das funções vitais dos pacientes pensa-se no transplante de órgão, podendo este ser in vivo ou post mortem. No transplante post mortem existe uma recusa familiar em torno de 50%, no que se refere à captação de órgãos, motivos os quais não estão ainda bem esclarecidos, mas acredita-se que o principal deles seria a falta de conhecimento sobre a morte encefálica. Objetivo: Identificar o papel da equipe de enfermagem na compreensão do ato de doação de órgãos por parte da família do potencial doador. Método: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, com buscas na base de dados da SCIELO e nas revistas RECIEN, Revista de Enfermagem da UFPE e Revista do COFEN, empregando os descritores: enfermagem, doação de órgãos e transplante, utilizado o material publicado no período de 2015 a 2020, em português e com resumos/textos disponíveis na íntegra e com assuntos correspondentes ao trabalho. Após o levantamento da literatura e atendendo aos critérios de inclusão/exclusão foram encontradas 10 publicações. Resultados: Identificado que o enfermeiro tem um grande papel no esclarecimento sobre a morte encefálica e todo o processo de transplante. Conclusão: A comunicação, a humanização e o esclarecimento são pontos chaves para a não recusa dos familiares na entrevista de doação de órgãos.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da REER, devendo após a publicação ser informada a respectiva fonte.
O conteúdo, bem como as opiniões nos artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores.