O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ESCLARECIMENTO SOBRE A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS AOS FAMILIARES DO POTENCIAL DOADOR: REVISÃO

Autores

  • Gabriela Lino da Silva Barbosa
  • Tarciana Maria Pereira de Lima

Resumo

Diante da inexistência de outros métodos de tratamento que possam manter o funcionamento seguro das funções vitais dos pacientes pensa-se no transplante de órgão, podendo este ser in vivo ou post mortem. No transplante post mortem existe uma recusa familiar em torno de 50%, no que se refere à captação de órgãos, motivos os quais não estão ainda bem esclarecidos, mas acredita-se que o principal deles seria a falta de conhecimento sobre a morte encefálica. Objetivo: Identificar o papel da equipe de enfermagem na compreensão do ato de doação de órgãos por parte da família do potencial doador. Método: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, com buscas na base de dados da SCIELO e nas revistas RECIEN, Revista de Enfermagem da UFPE e Revista do COFEN, empregando os descritores: enfermagem, doação de órgãos e transplante, utilizado o material publicado no período de 2015 a 2020, em português e com resumos/textos disponíveis na íntegra e com  assuntos correspondentes ao trabalho. Após o levantamento da literatura e atendendo aos critérios de inclusão/exclusão foram encontradas 10 publicações. Resultados: Identificado que o enfermeiro tem um grande papel no esclarecimento sobre a morte encefálica e todo o processo de transplante. Conclusão: A comunicação, a humanização e o esclarecimento são pontos chaves para a não recusa dos familiares na entrevista de doação de órgãos.

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Publicado

2020-10-30

Como Citar

Barbosa, G. L. da S., & de Lima, T. M. P. (2020). O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ESCLARECIMENTO SOBRE A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS AOS FAMILIARES DO POTENCIAL DOADOR: REVISÃO. Revista Eletrônica Da Estácio Recife. Recuperado de https://reer.emnuvens.com.br/reer/article/view/420