A DUALIDADE DA MODERNIDADE LÍQUIDA E OS IMPACTOS DO CONSUMO E DO INDIVIDUALISMO NAS RELAÇÕES SOCIAIS E INSTITUCIONAIS CONTEMPORÂNEAS
Palavras-chave:
Modernidade, Individualismo, Consumismo, Relações, TradiçãoResumo
Este artigo investiga como as transformações da modernidade sólida para a líquida, conforme o pensamento de Zygmunt Bauman, moldaram as interações sociais e institucionais contemporâneas. Focado nas mudanças que tornam as relações mais passageiras e nas novas formas de consumo, o estudo detalha os efeitos dessa transição sobre o comportamento humano, especialmente no que diz respeito à fragilidade dos laços afetivos e ao individualismo. Estruturado em seções, o trabalho primeiramente apresenta uma visão geral da modernidade líquida, destacando a fluidez e transitoriedade que definem as relações atuais. Em seguida, aprofunda-se na análise dos vínculos humanos frágeis, marcados pela efemeridade e superficialidade, além de explorar a dualidade entre tradição e liberdade individual, um ponto de constante tensão na era líquida. A pesquisa, fundamentada em análise histórica e sociológica, examina também o papel do capitalismo e do consumismo na formação dessa sociedade volátil, enfatizando o impacto da fluidez moderna na coesão e no funcionamento das instituições, especialmente o Estado. A justificativa do estudo reside na importância de compreender como a modernidade líquida afeta os valores e relações sociais de hoje, promovendo uma reflexão sobre os benefícios e riscos da falta de estabilidade em uma sociedade em constante mudança. Assim, o artigo traz uma perspectiva crítica sobre o abandono da tradição, incentivando uma análise das implicações sociais e econômicas das novas formas de viver e interagir.
Downloads
Referências
ALFANO, Bruno. Zygmunt Bauman: “Há uma crise de atenção”. O Globo, Rio de Janeiro, 12 set. 2015. Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/ha-uma-crise-de-atencao-17476629.
BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Tradução de Carlos Alberto Medeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 2004, Edição Eletrônica.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, Edição Eletrônica.
DINES, Alberto. Observatório da Imprensa entrevista o sociólogo Zygmunt Bauman. 1 vídeo (52:24 min). Publicado pela TV Brasil, 15 out. 2015. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kM5p8DqgG80.
ENCONTRO com Zygmunt Bauman. Prof. João Manfio. Gravado em 1 maio. 2012. 1 vídeo (19:51 min). Publicado pelo canal João Nicodemos Martins Manfio em 26 jan. 2013. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8c23xhnrLLU.
O GLOBO. Vício em tecnologia pode estar ligada a quadros de depressão e ansiedade. Revista Galileu, Rio de Janeiro, 12 abril. 2018. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/04/vicio-em-tecnologia-pode-estar-ligado-quadros-de-depressao-e-ansiedade.html.
PORFÍRIO, Francisco. Filosofia da ciência. Mundo Educação, 2022. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/.
PORFÍRIO, Francisco. Modernidade Líquida. [s.d.]. Disponível em: https://search.app/yRZ2dHxAyc6k3tfT7.
SENA, Ailton. Modernidade Líquida. 2021. Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/sociologia/modernidade-liquida.
UOL Vestibular. Zygmunt Bauman: o pensamento do sociólogo da modernidade líquida. Disponível em: https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/zygmunt-bauman-o-pensamento-do-sociologo-da-modernidade-liquida.htm#:~:text=%E2%80%9CVivemos%20em%20tempos%20l%C3%ADquidos.,do%20fim%20do%20s%C3%A9culo%2020.
MENEZES NETO, Elias Jacob de. A sociedade em rede e o Estado democrático na modernidade líquida. Revista de Informação Legislativa: RIL, Brasília, DF, v. 57, n. 228, p. 149-164, out./dez. 2020. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/ril/edicoes/57/228/ril_v57_n228_p149.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da REER, devendo após a publicação ser informada a respectiva fonte.
O conteúdo, bem como as opiniões nos artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores.