GLORIA ANZALDÚA E A FORMAÇÃO HUMANA NA LÍNGUA DAS SERPENTES

Autor/innen

  • Alexandre Simão Freitas Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Rairan de Almeida Silva Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Renata de Camargo Pinto Rocha Lima Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.23836801

Schlagworte:

Gloria Anzaldúa, Formação humana, Queer, Diferenças

Abstract

O presente artigo se move em meio a uma aliança entre Gloria Anzaldúa e a educação. Trata-se de um ensaio resultante de uma fabulação experimental que aciona os estudos queer e as filosofias da diferença para problematizar o próprio gesto-sentido de pensar-pesquisar-escrever acerca da formação humana na contemporaneidade. Um quiasma entre outras línguas possíveis para pesquisa-pensar-escrever em educação desfazendo, requebrando em um void estético-político de resistências e rexistências múltiplas. O aporte metodológico consiste em um exercício de tradução da língua-serpente da pensadora chicana Gloria Anzaldúa. Como resultado, a gestação de um estranhamento do modus operandi dominante da episteme colonial-moderna, abrindo um caminho de pensamento que fabula imagens-experiências e entreabre frestas para uma queda no vazio das palavras e da ordem discursiva que tenta limitar e restringir a formação do humano aos cânones ocidentais, convidando a dançar e habitar com outros corpos a educação.

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Veröffentlicht

2026-10-31

Zitationsvorschlag

Simão Freitas, A., de Almeida Silva, R., & de Camargo Pinto Rocha Lima, R. (2026). GLORIA ANZALDÚA E A FORMAÇÃO HUMANA NA LÍNGUA DAS SERPENTES. Revista Eletrônica Da Estácio Recife, 14(1), 180–194. https://doi.org/10.5281/zenodo.23836801