GLORIA ANZALDÚA E A FORMAÇÃO HUMANA NA LÍNGUA DAS SERPENTES
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.23836801Schlagworte:
Gloria Anzaldúa, Formação humana, Queer, DiferençasAbstract
O presente artigo se move em meio a uma aliança entre Gloria Anzaldúa e a educação. Trata-se de um ensaio resultante de uma fabulação experimental que aciona os estudos queer e as filosofias da diferença para problematizar o próprio gesto-sentido de pensar-pesquisar-escrever acerca da formação humana na contemporaneidade. Um quiasma entre outras línguas possíveis para pesquisa-pensar-escrever em educação desfazendo, requebrando em um void estético-político de resistências e rexistências múltiplas. O aporte metodológico consiste em um exercício de tradução da língua-serpente da pensadora chicana Gloria Anzaldúa. Como resultado, a gestação de um estranhamento do modus operandi dominante da episteme colonial-moderna, abrindo um caminho de pensamento que fabula imagens-experiências e entreabre frestas para uma queda no vazio das palavras e da ordem discursiva que tenta limitar e restringir a formação do humano aos cânones ocidentais, convidando a dançar e habitar com outros corpos a educação.Downloads
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