LEVEDURAS CLÍNICAS ISOLADAS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: AVALIAÇÃO QUANTO À CAPACIDADE DE ADERÊNCIA
Abstract
Casos de candidíase sistêmica tem sido cada vez mais comum entre as infecções fúngicas invasivas, acarretando altos índices de óbitos, sobretudo em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva. Candidíase sistêmica ocorre por consequência no desequilíbrio do sistema imunológico do hospedeiro e pela exposição a fatores predisponentes. Estudos têm demonstrado que a capacidade de se aderir às células do tecido hospedeiro é o evento inicial na patogênese de infecções, conferindo diferentes graus de virulência ao agente. O objetivo deste trabalho foi conhecer a capacidade de aderência de Candida spp. isoladas a partir de pacientes internados em UTI. Para os ensaios, foram utilizadas células epiteliais obtidas da cavidade bucal de doador clinicamente são. Os resultados foram classificados em níveis diferentes de aderência: forte, fraca e sem aderência da área superficial da célula epitelial humana. Neste estudo, diferentes espécies de Candida foram capazes de aderir a superfícies de células epiteliais humanas. Apesar disso a propriedade de aderência não está diretamente relacionada a espécie, mas certamente a fatores específicos de cada microrganismo.
Palavras-chave: sepse, infecção fúngica, candidíase, patogenicidade, virulência.
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