DIÁRIOS DO CAOS E DA CRIAÇÃO DE LIMA BARRETO:

UMA LEITURA BIOGRAFEMÁTICA PARA (RE) PENSAR A DECOLONIALIDADE EM EDUCAÇÃO

Autor/innen

  • Maria Sandra Montenegro Universidade Federal de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.23083884

Schlagworte:

Caos, Criação, Educação Decolonial, Biografema

Abstract

Este artigo analisa as conexões entre caos e criação a partir de duas importantes obras de Lima Barreto: Diário Íntimo e Diário do Hospício, dentre outras produções suas, também importantes para a reflexão desenvolvida. A partir da estratégia biografemática, proposta por Roland Barthes, construiu-se uma forma qualitativa de apresentar os ruídos e ecos possíveis dentro de uma escrita política. A orientação teórica se apoiou em autores como Sandra Corazza, Roland Barthes e Gilles Deleuze, principalmente, na tentativa de, a partir das obras refletidas, elaborar reflexões acerca de uma educação decolonial. A discussão traz lampejos para pensar a educação decolonial a partir da perspectiva da diferença, da multiplicidade e da transversalidade, e conclui enfatizando a relevância da arte literária de Lima Barreto como revolucionária, que subverteu as formas tradicionais de pensar a vida e o ser humano, deslocando a ordem racional das coisas.

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Veröffentlicht

2026-10-01

Zitationsvorschlag

Maria Sandra Montenegro. (2026). DIÁRIOS DO CAOS E DA CRIAÇÃO DE LIMA BARRETO: : UMA LEITURA BIOGRAFEMÁTICA PARA (RE) PENSAR A DECOLONIALIDADE EM EDUCAÇÃO. Revista Eletrônica Da Estácio Recife, 13(2), 126–142. https://doi.org/10.5281/zenodo.23083884