DESTINO:
COREIA DO SUL! O QUE LEVOU EX-BOLSISTAS BRASILEIROS AO PAÍS DURANTE O PROGRAMA DE MOBILIDADE ESTUDANTIL DO GOVERNO FEDERAL (CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS) (2012- 2014)
Palabras clave:
Ciências Sem Fronteiras, Cooperação Sul-Sul, Política ExternaResumen
Ao tomar como partida o programa de mobilidade brasileiro Ciências sem Fronteiras e sua relevância para o intercâmbio acadêmico no Brasil, esse artigo deriva de uma pesquisa em que se propôs analisar os fatores que permearam a escolha da Coreia do Sul como destino por jovens universitários entre os anos 2012 e 2014. Foi realizada aplicação de questionário online, em que foi possível identificar o perfil médio desses jovens, além de pontos comuns, interesses e motivações apontados pelos ex-bolsistas. A partir disso, foram analisados esses fatores comuns apontados pelos entrevistados como influência direta no processo de escolha do país; caracterizando, portanto, os postos-chaves da estratégia de atração sul coreana que era absorvida pelos jovens brasileiros na referida época. A partir desses resultados, foi possível identificar que elementos de Soft Power, tais como: cultura, valores, educação e tecnologia, permeiam, direta ou indiretamente, os principais motivos apontados para escolha do país asiático como destino final.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Naiane Batista de. O fenômeno Hallyu e as práticas interacionais dos fãs brasileiros no contexto do Processo do Soft Power da Coreia do Sul. Dissertação. Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Comunicação. UFPB. João Pessoa. 2019
AZEVEDO, Sérgio de. Políticas públicas: discutindo modelos e alguns problemas de implementação. In: SANTOS JÚNIOR, Orlando A. Dos (et. al.). Políticas públicas e gestão local: programa interdisciplinar de capacitação de conselheiros municipais. Rio de Janeiro: FASE, 2003.
BIJOS, L, e ARRUDA V. "A diplomacia cultural como instrumento de política externa brasileira." Revista Diálogos: a cultura como dispositivo de inclusão. Brasília 13, no. 1 (2010): 33.
BISCHOFF, V; MACHADO, M.A. (2022). A internacionalização da educação superior brasileira no governo Dilma Rousseff (2011-2014): O caso do programa Ciência sem Fronteiras. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas, 30(125).
BRASIL. Decreto nº 7.642, de 13 de dezembro de 2011. 2011. Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. Disponível em: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/o-programa. Acesso em: 7 jul. 2021
BRASIL. Programa Ciência Sem Fronteiras Graduação Sanduíche na Coreia do Sul Chamada Pública Programa Ciência Sem Fronteiras (KFPP) Korea Foundation for the Promotion of Private School No 114/2012. [s.l: s.n.]. Disponível em:<https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/chamadapubl-114-2012-csf-coreiakfpp-15mar12-pdf>. Acesso em: 22 jul. 2023.
BRASIL. Ciência sem fronteiras. Informações sobre o programa, inscrições e resultados, os países, bolsas e investimentos, empresas e dúvidas frequentes. 2014. Disponível em: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/o-programa. Acesso em: 7 jul. 2021.
BRASIL. MEC afirma que o Ciência sem Fronteiras terá 5 mil bolsistas na pós-graduação. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/busca-geral/212-noticias/educacao-superior-1690610854/46981-mec-afirma-que-o-ciencia-sem-fronteiras-tera-5-mil-bolsistas-na-pos-graduacao>. Acesso em: 24 jul. 2023.
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA. Coreia-Brasil 60 anos. 11 ago. 2019. Instagram: @embaixadacoreia. Disponível em: https://www.instagram.com/p/B1BjhtPpMEF/?utm_medium=share_sheet. Acesso em: 7jul. 2021
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA. Coreia-Brasil 60 anos. 04 ago. 2019. Instagram: @embaixadacoreia. Disponível em: https://www.instagram.com/p/B0wBpi1Jvcm/?utm_medium=share_sheet. Acesso em: 7 jul. 2021
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA. Coreia-Brasil 60 anos. 28 jul. 2019. Instagram: @embaixadacoreia. Disponível em:https://www.instagram.com/p/B0daBaUJ1Tm/?utm_medium=share_sheet. Acesso em: 7 jul. 2021
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA. Coreia-Brasil 60 anos. 21 jul. 2019. Instagram: @embaixadacoreia. Disponível em:https://www.instagram.com/p/B0LXp2uJUIm/?utm_medium=share_sheet. Acesso em: 7 jul. 2021
MANÇOS, Guilherme de Rosso; COELHO, Fernando de Souza. Internacionalização da ciência brasileira: subsídios para avaliação do programa Ciência sem Fronteiras. Revista Brasileira de Políticas Públicas e Internacionais-RPPI, v. 2, n. 2, p. 52-82, 2017.
MARTINELLI, Caio Barbosa. O jogo tridimensional: o hard power, o soft power e a interdependência complexa, segundo Joseph Nye. Conjuntura Global, v. 5, n. 1, 2016.
MASIERO, Gilmar; LEE, Priscila Helena; PIMENTEL, João Eduardo Albino. Relações Brasil-Coréia do Sul: evolução política e diplomática, comercial e de cooperação em ciência e tecnologia. 포르투갈-브라질 연구, v. 6, n. 2, p. 65-113, 2009.
MINISTÉRIO DA CIDADANIA. Perguntas e respostas sobre Cooperação Técnica Internacional Recebida. 2019. Disponível em: www.mds.gov.br. Acesso em: 7 jul. 2021.
MILANI, Carlos R. S..ABC 30 anos: história e desafios futuros. Brasília: ABC, 2017.
NYE Jr., Joseph S. O paradoxo do poder americano. São Paulo: UNESP, 2002
NYE, Jr, Joseph S. Soft Power: The Means to Success in World Politics. New York, Public Affairs, 2005.
PEREIRA, Vânia Martins. Relatos de uma Política: uma análise sobre o Programa Ciência sem Fronteiras. 2013. Dissertação. Mestrado. Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável. UnB. Brasília, 2013.
REIS, R. M. de P. A onda coreana: um levantamento sobre o k-pop no Brasil e o kpopper brasileiro. 2018. Monografia (Sociologia da Universidade Federal Fluminense). Niterói.
SOUZA, Celina. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. Dossiê Sociedade e Políticas Públicas, Porto Alegre, ano 08, n. 16, jun-dez. 2006. Sociologias, p. 20-45. Disponível em: https://www.scielo.br/j/soc/a/6YsWyBWZSdFgfSqDVQhc4jm/?lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da REER, devendo após a publicação ser informada a respectiva fonte.
O conteúdo, bem como as opiniões nos artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores.